quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Miss Daisy

Foto tirada no Teatro Municipal de Faro durante a Apresentação da Peça de Teatro Miss Daisy que tinha no elenco entre outros actores a Eunice Munoz
































domingo, 27 de janeiro de 2008

Mais um Fim do Dia na Fuzeta...

Mais uma Sessão fotográfica na zona Ribeirinha da Fuzeta...















































quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Lisboa Ballet Contemporaneo

Foto tirada em 2005 no Teatro Municipal de Faro durante o Espectaculo da Companhia Lisboa Ballet Contempoâneo. Fotos tiradas com uma Canon 350d e a famosa lente 18-55 que ninguêm gosta...
















Icebox Fly Winter Kick

Foto tirada no espectaculo de Dança Intitulado ICEBOX FLY WINTER KICK que aconteceu no Teatro Lethes em Faro durante Faro Capital da Cultura em 2005.















Cantico dos Canticos

Espectaculo Encenado Por João Grosso que estreou em Tavira, em Julho 2005




Red Devil

Foto tirada durante a peça de Teatro Intitulada Fausto em Alte no Algarve no dia 28 de Julho 2007, levada a palco pela companhia de Teatro Ao Largo



domingo, 20 de janeiro de 2008

Fim de Tarde em Faro...

Depois de um Filme do Woody Allen, um passeio pela baixa de Faro presenteou-me com este céu colorido ao qual não consegui resistir...


Distância


sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Festival de Teatro Clássico de Mérida 2007

A peça que fomos ver era de Manuel Martínez Mediero (autor de Férias Grandes com Salazar, que esteve recentemente em cartaz no D. MariaII) e não de Aristófanes, em versão de daquele autor espanhol, como eu pensava. Mas o erro foi completamente meu, que não me documentei antes de ir (glup!).
Mas, a verdade, é que gostei. Gosto, normalmente, destes usos contemporâneos dos temas clássicos. Já Aristóteles dizia, na Poética (apesar de ser sobre a tragédia, aplica-se à comédia):
Pelo exposto se torna óbvio que a função do poeta não é contar o que aconteceu mas aquilo que poderia acontecer, o que é possível, de acordo com o princípio da verosimilhança e da necessidade.(1451a37)não é de todo necessário cingirem-se a histórias (mitos, traduz o Eudoro de Sousa) tradicionais sobre que versam, geralmente as tragédias. Preocuparem-se com isso seria ridículo, pois mesmo as histórias conhecidas são conhecidas por poucas pessoas (já na altura...) e, no entanto, agradam igualmente a todos. De tudo isto resulta evidente que o poeta deve ser um construtor de enredos mais do que de versos, uma vez que é poeta devido à imitação e imita acções. (1451b27)A cena passa-se em Esparta e não em Atenas. A heroína é rainha desta cidade e é ela quem encabeça a luta pelos direitos das mulheres, que pretendem a igualdade entre sexos e não uma superioridade em relação aos homens. No final é estrangulada pelo marido. Bem diferente da versão de Aristófanes.
A discussão entre ultrapassou este aspecto: encenação. Numa das muitas conversas que tivemos (nós, os que fomos ao teatro), havia quem defendesse que a peça não se devia chamar apenas Lisístrata. Que devia ser outra coisa... ter um subtítulo, por exemplo. Ora, sendo dois dos companheiros de viagem actores/encenadores/ professores, foi difícil argumentar com as suas críticas (a da Ana O. pode ser lida aqui).A mim não me incomoda que seja só assim. A Antígona, de Jean Anouille, não tem subtítulo. Nem a Fedra, de Racine. Aliás, acho que o nome é importante e aquilo que o que for escolhido invoca é que que faz a diferença. Aristófanes deixou um legado com esta comédia: de uma qualquer Lisístrata, ateniense ou espartana, espera-se liderança, luta femininae, principalmente, greve de sexo (curiosamente, esta notícia publicada aqui faz hoje um ano) .E é isso que Martínez Mediero nos dá nesta peça.
Quanto à encenação, disse-se que houve pouco aproveitamento do espaço, que o encenar não tirou partido dos recursos que as ruínas do teatro romano lhe davam. Nesse ponto concordo.
Quanto às brejeirices aqui e acolá, aos trajeitos efeminados de determinada personagem, à forma desajeitada com que alguns do muitos (muitos!) figurantes se moviam em cena, confesso que me divertiram. Nas comédias de Aristófanes havia tudo isto! E, tal como não percebi imediatamente por que riam as pessoas de umas coisas ou aplaudiam com entusiasmo outras, tendo vindo a saber que as personagens principais eram interpretadas por actores conhecidos do grande público, por causa da televisão, também imagino que quem assistisse a Os Cavaleiros e não conhecesse a obra de ou não soubesse que se gozava com Eurípides por se dizer que a mãe era hortaliceira, não ia perceber a referência ao cerefólio:
2º escravo: 'Fuarça'?!... Isso não é para mim. Ora... como é que eu hei-de dizer a coisa de uma maneira habilidosa, à Eurípides? Porque não me dizes tu aquilo que eu tenho de dizer? (frase do Hipólito, de Eurípides)1º escravo: Ah, não! Cerefólios para cima de mim, não!
Aliás, nem iria perceber a piada do nome dos escravos, Cléon, Demóstenes e Nícias, que remetem para políticos bem conhecidos de todos.
Dizem os entendidos que o festival de Mérida já não é o que era. E eu acredito. Mas como nunca lá tinha ido, diverti-me imenso*! É sempre uma emoção estar sentada em locais como aquele... emocionei-me tanto no Epidauro... e não assisti a nenhuma peça. Acho que iria adorar, mesmo que fosse em grego moderno, com péssimos actores!
Voltamos para o ano?
*Pronto. Admito. Deu-me o sono e dormi um bocadinho... mas o texto era em espanhol coloquial... e já me tinha passado a emoção de estar naquele espaço... e quem me conhece sabe que tenho dificuldades em me manter acordada depois de uma certa (que nunca sei qual é) hora...

Texto retirado do Blog de Adriana Nogueira : http://senhorasocrates.blogspot.com/

Obrigado Adriana!!!!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Tristeza A Preto e Branco...

Foto tirada durante o espectaculo Pollen Revolution no Teatro Municipal de Faro em Setembro de 2006.

The Light

Foto tirada no espectaculo da Companhia Lisboa Ballet Contemporaneo que passou pelo palco do Teatro Municipal de Faro nos dias 3 e 4 de Março de 2006...


Procurar a luz ou simplesmente encontrar a saida do Túnel ...

Palavras Sem saida

Foto tirada durante a Estreia do Espectaculo Cá e Lá em Faro este projecto foi um dos finalistas do Concurso Jovens Criadores Jovens.

4 de Março de 2007.


Vidente

Foto tirada durante uma peça de Teatro Escolar em Faro...

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Empty Faces

Fotos tiradas a algumas montras da rua das lojas em Faro, gostei da luz que incidia sobre os manequins...

















Gato Maltez

Numa das minhas rondas fotograficas encontrei este Gato na Janela de um edifício em contrução, parecia que estava a posar para a foto, tirei várias mas esta foi a que me agradou mais...











Portas do Mar

Umas das poucas vezes que me aventurei a colorir uma foto no photoshop... regra geral limito-me a fazer pequenos ajustes...












Teatro Praga

Companhia que passou pelo CAPa em Faro nos dias 15 e 16 de Dezembro de 2006...

Portas do Mar a Preto e Branco

Um dos locais em Faro onde o meu olhar colide quase sempre com algum Motivo Fotografico, desta vez arrisquei converter para Preto e Branco...



Álvaro de Campos

Foto tirada a 15 de Agosto de 2006, na Biblioteca Alvaro de Campos em Tavira, num espectaculo contruido através de Poemas do mesmo...

Me My Self and I...

Foto tirada a 24 de Julho de 2006 no CAPa em faro no espectaculo Abertura Facil do Colectivo Ar Quente .

Cansaço!!!!!!

Por vezes chegamos a casa, exaustos do trabalho, da rotina das nossas vidas e até exaustos de nós próprios e abandonamo-nos no primeiro lugar que encontramos...

Foto tirada em 2006 num espactaculo de dança Contemporanea Intitulado "Una Meia de dos ", levada ao Palco no KAPa em Faro.












terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Nascer do Sol na Formosa

Nascer do sol na Praia da Fuzeta numas das manhãs mais frias que me lembro...















O Céu em Chamas

Mais um Final de Tarde, na zona Ribeirinha da Fuzeta...

















The Naked Story Teller...

Foto tirada no dia 17 de Novembro 2007 em Faro no Espectaculo Shall we Dance IV da Companhia Teatro Praga.









segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Presa em Mim

A Solidão prende-nos ou somos nós que nos prendemos a ela?























Faceless

Por vezes aparecem-nos pessoas assim na nossa vida, que de um momento para o outro deixamos de lhes reconhecer o rosto e se calhar elas próprias não se conseguem reconhecer... por vezes conseguimo-nos ver nos outros mas não em nós...
Por vezes quase que conhecemos as pessoas, mas quando estamos quase lá o rosto muda ou desaparece... e volta tudo ao Inicio...



The First Photo

Foto tirada durante um Workshop de Teatro no Teatro das Figuras... Agarrada a uma moldura velha quem sabe lembrando melhores tempos... ou simplesmente a solidão em toda sua dimensão...